domingo, 28 de agosto de 2011

Aquele cansaço, aquele desânimo e um pingo de vontade de mudar. Acho que o tempo é este mesmo, afinal: de transição e de mudanças. Acho mesmo que só preciso de um tempo. Só um tempo, e o resto eu me resolvo.

sábado, 27 de agosto de 2011

Eu sou antipática mesmo, o mundo tá cheio de gente brega e limitada e é um direito meu não querer olhar na cara delas.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Estar assim, sentir assim, turbilhão de sensações dentro de mim. Eu me aqueço, eu endureço, eu me derreto, eu evaporo, eu caio em forma de chuva, eu reconheço, eu me transformo.

Atendi o pedido de meus pais, de não falar com estranhos e até hoje não me escuto.
                                                                                               e aí será que você volta ?'

                                                Acalma essa tormenta.                                               Se aguenta!
Me peguei rindo, com detalhes mínimos.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

  te quis grande em mim, sem me lembrar de coração pequeno que eu tinha. 
                      eu sou fisicamente incapaz de ser gentil.

MEUS SÁBADOS INTEIROS SÃO FEITOS DE DURAS LASCAS QUE VOU ARRANCANDO COM MOVIMENTOS DESAJEITADOS PELAS SALAS E ESCADAS DESTA CASA VAZIA, À ESPERA DE QUE UM DAQUELES RUÍDOS ANTIGOS E INÚTEIS COMO O PORTÃO BATENDO OU OS PASSOS DELES NO CIMENTO OU A CAMPAINHA TOCANDO ME PUXE DO CENTRO DESSE AGOSTO QUE NÃO ACABA.



Zero, zero é meu numero preferido. Zero de expectativa, zero de decepção.

Maldade é deixar teu cheiro no meu moletom, mas né 
Ah, sei lá. Eu tenho um certo medo de colocar esperança onde não deveria.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Se não brilha mais, não insista. Lâmpada queimada não se arruma. Se troca por outra.
  mas como menina teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. e construir castelos sem pensar nos ventos. 

sábado, 13 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

  ah meu amor, as coisas são muito delicadas. A gente pisa nelas com uma pata humana demais, vocês com sentimentos demais. 
Faço o que me cabe e confio que aquilo que acontecer, seja lá o que for, com certeza será melhor. Mesmo que algumas vezes, de cara, eu não consiga entender. 
Cansei de caçar seus verbos soltos, escudos de quem acha que tem o gênio indomável sabendo que não passa de um daqueles que enguiçam a raça humana. Se quiser vir, que seja sem esse egoísmo tão “século-vinte-um” de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. Se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja à caneta.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011


Eu me enrolo em meus próprios fios, em minhas próprias cordas, na minha própria farça.

É aquele velho truque, fechar os olhos fingir que não viu nada e tentar se convencer de que não doeu tanto assim. 
   Sal da celulite. É por isso que eu não engulo choros (:

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

tinha sim, muita coisa pra contar, pra esclarecer, deixar sair, jorrar, muita coisa que deveria ter dito antes e que sem esforço, me calei.
 tudo queimava, mas nada aquecia.